Hidrelétricas da bacia do Paraná estão com piores níveis em 91 anos

07/06/2021


Principal preocupação é com a falta de energia nos próximos meses



Brasil pode ter sérios com falta de energia elétrica ainda em 2021. Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), as usinas hidrelétricas do Rio Paraná e de dois de seus afluentes, o Rio Paranaíba e o Rio Grande, enfrentaram em maio de 2021 alguns dos piores níveis em 91 anos de medição.


Um relatório do ONS indica que a calha principal do Rio Paraná está com os piores níveis de produção energética na série histórica, assim como o Rio Grande. O Rio Paranaíba está no seu segundo pior mês de maio.


O índice preocupa não apenas pela estiagem, mas porque pode interferir na segurança energética do país, e eleva o risco de um novo racionamento no país.


As bacias respondem, conjuntamente, por mais de uma dezena de usinas hidrelétricas que garantem 53% da capacidade de todo o sistema elétrico no Brasil – incluindo a usina de Itaipu, a maior do país, e pelo sistema de Furnas. Juntos, são responsáveis por abastecer os grandes centros urbanos do país.


Com a estiagem, o alerta é claro. "A perda do controle hidráulico na bacia do Paraná implicaria em restrições no atendimento energético nos subsistemas Sul e Sudeste/Centro-Oeste", indica o ONS. Com isso, poderá faltar energia em todo o país, caso a situação não melhore. As informações são do Congresso em Foco.


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