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Estações-tubo e ônibus voltam a aceitar pagamento por celular e relógios inteligentes

  • 25 de fev.
  • 2 min de leitura

26/02/2026


O sistema utiliza tecnologia de aproximação (NFC), dispensando a necessidade de digitar senhas


SMCS
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O transporte coletivo de Curitiba volta a aceitar, a partir de domingo (1/3), o pagamento da tarifa por meio de celulares e relógios inteligentes. Essa modalidade de pagamento, que funciona por meio de cartões virtuais aproximando o dispositivo do validador, será retomada em todos os 1,3 mil ônibus e 330 estações-tubo da capital. O sistema utiliza tecnologia de aproximação (NFC), dispensando a necessidade de digitar senhas. Basta encostar o celular ou relógio no validador e liberar a entrada.

 

O pagamento por celulares e relógios inteligentes no transporte coletivo foi suspenso em abril de 2024 depois que a Urbanização de Curitiba (Urbs) e a Polícia Civil detectaram um esquema de fraudes com cartões virtuais envolvendo a venda irregular de passagens.

 

No período em que a funcionalidade ficou suspensa, a Urbs acionou as instituições bancárias, empresas de aplicativos e bandeiras de cartões para que reforçassem protocolos de segurança na geração de carteiras virtuais para reduzir as fraudes. 

 

“O objetivo das medidas implementadas foi reforçar a segurança nas carteiras digitais e aprimorar o processamento de pagamentos para tornar as transações mais eficientes e confiáveis tanto para o sistema quanto para o usuário”, diz o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto. “Vamos avaliar como vai funcionar nos ônibus e estações-tubo primeiro e depois poderemos levar a forma de pagamento para alguns terminais”, completou.

 

Uma das principais medidas de segurança adotadas está relacionada ao processamento das transações. Anteriormente, havia um intervalo maior entre a realização da operação e sua efetiva análise no sistema.

 

Esse atraso impactava principalmente as transações negadas, que demoravam a ser incluídas na lista restritiva. Durante esse período, alguns usuários conseguiam realizar novas tentativas antes que o bloqueio fosse efetivamente aplicado.

 

Com a otimização do processamento, as negativas passam a ser registradas de forma mais ágil, reduzindo o intervalo de vulnerabilidade e fortalecendo o controle antifraude.


 
 
 

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