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Doença de Parkinson: especialista explica o que há de mais moderno para diagnosticá-la

  • 22 de out. de 2021
  • 1 min de leitura

22/10/2021


Medicina Nuclear tem novidade para diagnosticar o quanto antes a Doença de Parkinson



A Doença de Parkinson é crônica, sem cura, provoca distúrbios no sistema nervoso central e acaba afetando os movimentos do paciente em vários níveis, ao ponto de perder totalmente sua autonomia. Seus principais sintomas são: tremor, instabilidade postural, lentidão e rigidez. 


Hoje, a Medicina Nuclear tem novidade para diagnosticar o quanto antes a Doença de Parkinson e, o Médico Nuclear da Clínica Villela Pedras, Dr. Rafael Menezes, explica os exames modernos já disponíveis no mercado:


TRODAT: avalia a integridade do sistema neuroquímico que encontra seu funcionamento prejudicado nas diversas fases da doença. Sua realização ocorre através da injeção venosa e realização das imagens.


Cintilografia cardíaca com MIBG: é utilizada para avaliar o coração. Na Doença de Parkinson, a integridade destes neurônios está acometida. O paciente recebe injeção venosa para realizar duas sequências de imagens.


PET FDG: estuda parte do metabolismo cerebral refletindo as atividade padrões de alteração em determinadas regiões do cérebro na Doença de Parkinson. É realizado após a injeção venosa em aparelho especial que é o PET-CT.


Cada exame tem seu grau de precisão a depender do que se quer avaliar. É importante uma avaliação médica para identificar o exame adequado para o diagnóstico.



 
 
 

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