Curitiba vacinou 586.858 pessoas contra a Covid-19; Doses recebidas estão perto de 1 mi

13/06/2021


A capital paranaense já recebeu 922.540 doses de vacinas do Ministério da Saúde



A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou até sexta-feira, dia 11, 586.858 pessoas com a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus.


Até esta data foram vacinados: 301.784 idosos, 84.920 profissionais dos serviços de saúde da cidade (incluindo as equipes de vacinação), 6.831 moradores, funcionários e cuidadores de instituições de longa permanência, 10.849 trabalhadores das forças de segurança, 80 indígenas, 6.665 gestantes e puérperas 6.787 pessoas com deficiência, 103.258 pessoas com comorbidades, 16.205 educadores (entre professores e trabalhadores da Educação Básica) e 49.579 pessoas do grupo geral (convocadas por idade).


Cronograma


A partir de segunda-feira, dua 14, Curitiba retoma a vacinação de grávidas e gestantes e inicia a imunização de profissionais da educação com 38 anos ou mais.


Também estão sendo atendidas com a primeira dose pessoas com comorbidades entre 18 e 59 anos, pessoas com deficiência permanente acima de 18 anos, idosos com 60 anos ou mais que ainda não tenham recebido a vacina, profissionais de Saúde com registro em conselho de classe, trabalhadores de drogarias e farmácias de manipulação e funcionários da Fundação de Ação Social (FAS).


Segunda dose


Em Curitiba, 232.162 pessoas receberam a segunda dose da vacina até sexta-feira (11/6). A vacinação com a segunda dose está sendo feita nas instituições de longa permanência, em profissionais de saúde e idosos.


Também seguem sendo imunizados com a segunda dose os idosos acima de 80 anos que receberam a primeira dose da vacina da AstraZeneca.


Doses recebidas


Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 922.540 doses de vacinas, sendo 623.920 para primeira dose e 298.620 para segunda dose. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.


A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, como por exemplo, quebra acidental de frascos.


Além da reserva técnica, a SMS precisa manter um estoque de vacinas para garantir a imunização de remanescentes dos grupos já contemplados – pessoas que por algum motivo não fizeram a imunização nas datas estipuladas.


Por exemplo, quem estava em processo de confirmação de comorbidade ou não comparecido no dia programado para sua imunização. Essas pessoas têm o direito e serão vacinadas quando comparecerem aos postos de vacinação.


Foto: Pedro Ribas/SMCS


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