Curitiba avança na ampliação da malha cicloviária

03/06/2022


Prefeitura incentiva a bicicleta como transporte



Um dos meios de transporte mais simples e ambientalmente sustentável é celebrado nesta sexta-feira (3/6), o Dia Mundial da Bicicleta. Paixão de muitos esportistas e pessoas comuns, a bicicleta permite deslocamentos movidos a endorfina e integrados ao ambiente urbano de Curitiba. Até a nova Família Folhas poderá ser vista em breve "andando" de magrela.


Quem pedala faz bem para a saúde, diminui o estresse e a ansiedade e ajuda o meio-ambiente com menos emissão de gases poluentes. Além disso, consegue “viver” a cidade, que passa muito rápido pela janela quando se está dentro de um carro.


A Prefeitura de Curitiba apoia o uso da bicicleta como meio de transporte e vem investindo na mobilidade ativa com a implantação de novas estruturas cicloviárias na cidade.


Curitiba, inclusive, tem um Plano Cicloviário feito pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) com a Superintendência de Trânsito (Setran). Atualmente, a cidade conta com uma malha cicloviária de 252,1 quilômetros, entre ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e vias compartilhadas.


O Plano Cicloviário de Curitiba continua em expansão com base nos seguintes pilares: ampliar a malha cicloviária; estabelecer conexão entre as estruturas existentes e propostas; promover a intermodalidade; estruturar as rotas com equipamentos de apoio à bicicleta e incentivar e promover campanhas permanentes de conscientização aos deslocamentos cicloviários.


Uma das últimas estruturas cicloviárias implantada pela Prefeitura foi na Rua Odir Gomes da Rocha, importante via de ligação no bairro Tatuquara.


Outra das iniciativas da Setran para promover o uso da bicicleta é a abertura do chamamento público para contratar empresas interessadas em ofertar o serviço de bicicletas compartilhadas na cidade. O prazo para entrega da documentação das empresas interessadas é a partir do dia 10 de junho.


Deslocamento para o trabalho

Jhessica Aline Santos, de 19 anos, é funcionária da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Curitiba, no Batel. Todo dia ela vai e volta do trabalho de bicicleta, um trajeto de cerca de 35 minutos até sua casa no Caiuá, na CIC.


“Decidi usar a bike como meio de transporte por vários motivos. Saúde e qualidade de vida, devido à correria este é o único exercício que pratico. Também economizo na passagem de ônibus e chego mais rápido ao meu destino”, explicou Jhessica.


A qualidade de várias ciclovias também a influenciou a continuar usando a bicicleta como meio de transporte. Para ela, Curitiba tem potencial para ser uma capital que acolhe ciclistas e meios de transporte alternativos. “As ciclovias têm uma qualidade boa, e são bem sinalizadas”, disse.

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