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China diz que aumentará 'coordenação estratégica' com a Rússia

  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura

27/01/2026


Governo Trump divulgou sua nova estratégia de Defesa e revelou que barrar a influência dos dois países no Hemisfério Ocidental é um de seus maiores objetivos


A China quer aumentar a "coordenação estratégica" com a Rússia para melhorar sua capacidade de responder a "vários riscos e desafios", anunciou o Ministério da Defesa chinês, nesta terça-feira (27).

 

Segundo a agência de notícias estatal chinesa, Xinhua, as negociações já começaram em uma conversa telefônica mais cedo entre os ministros chinês e russo, e Dong Jun falou a Andrei Belousov na videoconferência:

 

"A China está disposta a trabalhar com a Rússia para implementar seriamente o importante consenso alcançado pelos dois chefes de Estado: fortalecer a coordenação estratégica, enriquecer a substância da cooperação e aprimorar os mecanismos de intercâmbio".

 

O ministro russo também se pronunciou à agência de notícias estatal russa. Disse que os "exemplos da Venezuela e do Irã" exigem que os dois países "analisem constantemente a situação de segurança.

 

As declarações ocorrem um dia depois que o governo Trump divulgou sua nova estratégia de Defesa. De acordo com o documento, divulgado pelo Ministério da Guerra dos EUA nesta segunda-feira (26), o objetivo é assegurar aos EUA plena dominância militar e comercial "do Ártico à América do Sul".

 

O governo Trump ameaçou países vizinhos que não ajudarem a combater o narcotráfico e a influência da Rússia e da China no Hemisfério Ocidental com força militar.

 

Nesta terça, o governo chinês também renovou um acordo de cooperação em construção naval com a Dinamarca - que vive um momento tenso com os Estados Unidos por causa da Groenlândia.

 

Os dois países vão realizar pesquisas para desenvolver em conjunto tecnologias de navios movidos a combustíveis de baixo ou zero carbono e explorar o potencial de cooperação no setor de veículos de novas energias, disse o ministro da Indústria chinês, Li Lecheng.

 

Com o aumento das tensões devido às ameaças dos Estados Unidos, o governo chinês está tentando estreitar laços com vários líderes ocidentais.


 
 
 

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