Audiência pública sobre pedágio será em fevereiro

29/01/2021


Modelo de concessões deve ser definido nos próximos meses



A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou nesta sexta-feira (29) que a audiência pública sobre o novo programa de Concessões Rodoviárias do Paraná será nos dias 24 e 25 de fevereiro. De acordo com o Aviso de Audiência Pública n.º 01/2021, publicado nesta sexta no Diário Oficial da União, os encontros serão feitos por videoconferência pela internet.


Além de apresentar as novas concessões à população paranaense, a audiência pública também vai receber sugestões e contribuições às minutas de edital e contrato, ao Programa de Exploração da Rodovia (PER) e aos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) dos seis lotes que entrarão em leilão.


A ANTT já disponibilizou em seu site o link para a consulta pública, que pode ser acessado AQUI. Os documentos com os estudos de viabilidade serão publicados em breve. O período para envio de contribuições será do dia 5 de fevereiro até as 18 horas do dia 22 de março de 2021 (horário de Brasília).


O projeto do Novo Anel de Integração do Paraná está sendo elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), vinculada ao Ministério da Infraestrutura. A modelagem prevê a concessão de 3.327 quilômetros de estradas federais e estaduais, um incremento de 834 quilômetros ao atual traçado. A previsão é que os lotes sejam levados a leilão na Bolsa de Valores ainda neste ano.


ASSEMBLEIA – Na quinta-feira (4), representantes da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística, do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), do Ministério da Infraestrutura e da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres participam de uma reunião técnica com a Frente Parlamentar do Pedágio sobre as novas concessões. O encontro acontece às 8h30, no Plenário da Assembleia Legislativa.


CONCESSÕES – As novas concessões têm validade de 30 anos, sendo que os atuais contratos vencem em 27 de novembro. O projeto de concessão é composto por um modelo híbrido, com a menor tarifa de pedágio, seguido de maior valor de outorga. Após a audiência pública e ajuste do projeto com as possíveis sugestões, ele passará pela análise do Tribunal de Contas da União, para então ser levado a leilão.


O modelo prevê R$ 42 bilhões em obras, incluindo a duplicação de 1.700 quilômetros de rodovias, implantação de 253 quilômetros de faixas adicionais nos trechos já duplicados e de 104 quilômetros de terceiras faixas para apoio ao trânsito. Também devem ser construídos 10 contornos para facilitar a integração entre as rodovias, além de outras melhorias, como sinal de wi-fi nas estradas.


Um diferencial em relação aos contratos atuais é que as obras devem ser realizadas nos primeiros sete anos de contrato. Além disso, as tarifas de pedágio também devem ficar mais baratas, com diferença de até 67%, dependendo da praça. Os descontos podem ser ainda maiores para os usuários frequentes e para aqueles que aderirem à cobrança automática.

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