Covid-19: como ficam as viagens enquanto não há vacina?

Setor de Turismo cria soluções para se reerguer em meio à crise.

A pandemia causada pela Covid-19 trouxe várias consequências para os mais diversos setores da saúde. A crise sem precedentes atingiu setores econômicos, sociais e, principalmente, o sistema de saúde dos países afetados. Com isso, um dos principais interesses de pessoas em todo o mundo mudou drasticamente: as viagens, principalmente as internacionais, foram duramente afetadas. As mudanças vão desde novos protocolos rígidos para impedir a disseminação do vírus até mesmo o cancelamento total ou parcial de voos estrangeiros - ação adotada por países que enfrentam surtos do coronavírus em seu território.


A principal medida de contenção da curva de contaminação do vírus disponível é o isolamento social, haja vista a inexistência de uma vacina até o presente momento. Essa recomendação, defendida por especialistas na área de saúde em todo o mundo, inviabiliza as viagens em massa.


As viagens estão diretamente afetadas pela recomendação de distanciamento social, uma vez que os principais meios de locomoção disponíveis são em ambientes fechados com aglomeração de pessoas, dois fatores que ajudam a disseminar o vírus. Porém, ainda que não haja uma vacina, muitos países que já enfrentaram o pico do surto da Covid-19 estão caminhando para a abertura das fronteiras e a liberação de voos internacionais. De forma tímida as companhias internacionais começam a reiniciar suas atividades. Mas o perigo ainda não passou. Enquanto não houver imunização, os cuidados pessoais já conhecidos e os protocolos rígidos deverão ser cumpridos de forma a evitar uma segunda onda de disseminação em países que já enfrentaram o pico na curva de contaminação, por exemplo.


Cuidados pessoais


O isolamento social bem como as medidas de cuidados pessoais são as principais medidas contra o vírus enquanto uma vacina não surgir. O Ministério da Saúde, juntamente com a Anvisa, divulgou uma lista de medidas básicas relacionadas a viagens durante a pandemia:

Utilizar máscara em qualquer local público;


Lavar as mãos com sabão e água corrente sempre que possível, sendo que uma alternativa é a utilização de álcool - em geral quando não for possível utilizar água e sabão;


Evitar tocar no rosto, principalmente olhos, nariz e boca;


Evitar, ao máximo, todo e qualquer tipo de aglomeração;


Optar por ambientes bem ventilados em detrimento de ambientes fechados com pouca circulação de ar;


Evitar o compartilhamento de acessórios e objetos de uso pessoal;


Avaliar a real necessidade de fazer a viagem e, caso possível, adiar. Se a viagem é inevitável, seguir as recomendações destacadas acima bem como demais medidas sugeridas pelas autoridades locais.


Além disso, o Ministério da Saúde recomenda às pessoas que fizeram viagem recentemente ao exterior que fiquem isoladas em sua residência pelo menos por sete dias, contando a partir do dia do desembarque em território brasileiro, ainda que não apresentem nenhum dos sintomas da Covid-19.

Mudanças de paradigmas enquanto uma vacina não é criada


Vários paradigmas devem mudar durante a pandemia ou enquanto não há uma vacina. Os cuidados pessoais, bem como as medidas adotadas por empresas ligadas ao setor são as principais mudanças. Mostrar ao cliente que a empresa se preocupa com a atual situação não significa apenas mostrar empenho na luta contra a Covid-19, mas também conscientizar as pessoas a adotar suas próprias mudanças de comportamento.


Uma mudança importante e que já é uma realidade em tempos de pandemia é a redução de voos internacionais. Ou seja, os destinos internacionais deixam de ser a principal opção. Um exemplo muito claro é a Europa, um dos principais destinos do turismo mundial, que deve ficar com aeroportos fechados e número reduzido de voos pelo menos até setembro.


Dessa forma, as viagens locais devem se tornar cada vez mais valorizadas nos países que começam a flexibilizar o isolamento social. Sendo assim, conhecer a própria terra e viajar nacionalmente deve ser a tendência nos próximos meses. Países que enfrentam um surto de Covid-19 ainda estão atentos e adotando medidas de forma a conter uma segunda onda, restringindo a entrada de estrangeiros - o que parece ser a medida mais adequada por hora.


Alguns meios de transporte também deverão passar por profundas mudanças quando o assunto são viagens durante a pandemia. Várias pesquisas já mostram que boa parte do público prefere a utilização de carros a ônibus, por exemplo. Os cruzeiros também devem ficar parados por um tempo. Alguns, inclusive, foram focos de pequenos surtos. O ambiente fechado e a impossibilidade de sair facilmente são fatores de risco.


Portanto, fica evidente que todos os envolvidos, quando o assunto é viagem, passarão por mudanças profundas durante a pandemia. As empresas ligadas ao setor precisam se adaptar de forma a continuar oferecendo seus serviços em um momento tão delicado, onde a principal recomendação é ficar em casa e não fazer viagens. É preciso garantir que as pessoas não irão se contaminar ao pegar um voo para fora do seu país, ou seja, que o meio de transporte não seja um vetor de disseminação do vírus.


Por outro lado, cada pessoa tem o dever de cuidar-se e adotar as medidas básicas de higiene pessoal. Rever possíveis viagens ou adiar por algumas semanas pode ser uma decisão mais prudente que viajar no atual momento.


Clube Candeias

O planejamento será algo mais que fundamental para viajar em tempos de pandemia, é essencial para garantir a tranquilidade durante e depois da viagem. Nada melhor do que fazer isso com a ajuda do Clube Candeias, o maior clube de férias do mundo e que já oferece os seus serviços com os mais altos padrões de excelência em tempos normais.


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26 de outubro de 2020

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