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MPF investiga intervenção na Lava Jato

Subprocuradora esteve em Curitiba para obter informações



A corregedora-geral do Ministério Público Federal (MPF), Elizeta Maria de Paiva Ramos, determinou ontem a abertura de uma sindicância para investigar ‘diligência’ da subprocuradora-feral da República, Lindôra Araújo, no QG da Operação Lava Jato em Curitiba. A decisão atende a pedido de integrantes da força-tarefa, que acionaram a corregedoria depois que Lindôra, nome de confiança do procurador-geral da República, esteve em Curitiba para acessar ‘banco de dados’ das investigações do escândalo Petrobrás, que originou a Lava Jato, em 2014.


Eles acusam a PGR de tentar obter informações e dados da operação ‘sem prestar informações sobre a existência de um procedimento instaurado, formalização ou escopo definido’.


De acordo com a decisão, a apuração sigilosa será feita tanto pela ‘ótica do fundamento e formalidades legais da diligência quanto da sua forma de execução’. Segundo o MPF, a sindicância também servirá para que seja esclarecida a existência de equipamentos utilizados para gravação de chamadas telefônicas recebidas por integrantes da equipe da força-tarefa, incluindo membros e servidores.

27 de novembro de 2020

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