Bolsonaro diz que não pode ser responsabilizado por nomeações do centrão no governo

No último mês, o governo federal tem negociado cargos de segundo e terceiro escalões diretamente com o centrão.

O presidente Jair Bolsonaro tentou se eximir da responsabilidade pelas nomeações no governo de indicados por partidos do centrão, que já ocupam pelo menos uma dezena de cargos de segundo escalão em um momento em que o governo, em crise, tenta ampliar sua base política.


Ao ouvir de um apoiador que deveria resolver o fato de a imprensa apontar que existe um “gabinete no ódio” dentro da Presidência, responsável pela criação de notícias falsas, Bolsonaro disse que não tinha como resolver tudo.


“Admite um cara na ponta de não sei aonde, o cara é filiado não sei ao quê. O pessoal me critica. Eu sou responsável por 30 mil servidores que são comissionados em todo Brasil. Entrou um cara no Banco do Nordeste agora. Trocou a Suframa. Saiu um coronel e entrou um cara. O general que está na Suframa não é do centrão”, disse.


No último mês, o governo federal tem negociado cargos de segundo e terceiro escalões diretamente com o centrão, grupo de partidos que inclui, entre outros, PP, PL, PSD, Republicanos, e são conhecidos pelo apetite por cargos e por terem estado em todos os governos desde Fernando Henrique Cardoso.


Fonte: Reuters

24 de outubro de 2020

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