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Família Acolhedora fortalece vínculos de crianças e adolescentes


O Serviço foi criado por meio de Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores em janeiro deste ano e vai ao encontro das políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes

Iniciam na próxima segunda-feira (13), as inscrições para as famílias que desejam participar do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora. As inscrições acontecem até 12 de maio e após essa fase, uma avaliação psicossocial irá definir o perfil das famílias.


O acolhimento em Família Acolhedora é temporário e o tempo vai de acordo com cada situação da criança ou adolescente através do acompanhamento técnico.


O Serviço foi criado por meio de Projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores em janeiro deste ano e vai ao encontro das políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes e que tem sido uma das diretrizes da gestão do prefeito Marcio Wozniack.


O Serviço organiza o acolhimento de crianças e adolescentes que foram afastados do poder familiar por decisão judicial e passam a ter uma medida de proteção em residências de famílias acolhedoras devidamente cadastradas e habilitadas.


Segundo a diretora do Serviço de Proteção Especial, Denise Grebos, o acolhimento é temporário. “O acolhimento familiar não pode ser confundido com adoção, pois o acolhimento familiar em família acolhedora é excepcional e temporário. As famílias que tiverem crianças e adolescentes sob suas responsabilidades durante o acolhimento estarão recebendo um recurso em forma de bolsa-auxílio”.


“O objetivo é a criança/adolescente ter a oportunidade de ter um atendimento particularizado e respeitando a demanda e necessidade de cada criança, assim como, antes terão a convivência familiar e comunitária. O objetivo maior é sempre o retorno da criança/adolescente à sua família de origem; esse é o trabalho que a equipe articulada com as famílias acolhedoras trabalhará esse fim, reintegração familiar da criança/adolescente”, concluiu.


O acolhimento em Família Acolhedora é um dos serviços da Proteção Especial de alta complexidade do SUAS, norteado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e pelo Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direitos da Criança e Adolescente a Convivência Família e Comunitária.

Além de Denise Grebos, o grupo técnico do programa também é formado pela coordenadora do Serviço Abrigo Institucional e Família Acolhedora, Rosenilda Alérico, a psicóloga Sirley Silvério da Silva e a assistente social Samanta Vujanski.

28 de novembro de 2020

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