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Requerimento pede a criação de linha de crédito para cooperativas de catadores de recicláveis

O requerimento solicita ao Governo do Estado por meio da Fomento Paraná a criação de uma linha de crédito especial para as associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis

Crédito: Dálie Felberg

O deputado estadual Evandro Araújo (PSC) aprovou um requerimento, na Assembleia Legislativa do Paraná, pedindo ao Governo do Estado por meio da Fomento Paraná a criação de uma linha de crédito especial para as associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis em todo o estado. A preocupação do deputado é, principalmente, no cenário pós-crise da pandemia da COVID-19, já que são esperadas queda na renda dos trabalhadores e produtividade das cooperativas em função da quarentena.


“Os catadores estão na linha de frente neste momento de crise, são eles os responsáveis por garantir a logística reversa dos materiais recicláveis. Já há linhas de crédito anunciadas para as micros e pequenas empresas, seria oportuno e necessário também para este segmento”, explicou Araújo. “Vale lembrar que as linhas de crédito às cooperativas estão previstas desde a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos em 2010”, completou o deputado no pedido.


De acordo com o professor Jorge Villalobos, da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e especialista em resíduos sólidos, a linha de crédito emergencial garante perspectiva de renda e modernização da cadeia da reciclagem. “Abrir uma linha de crédito específica atende a dimensão social e a dimensão operacional das cooperativas, pois com mais equipamentos e tecnologia à disposição, é possível garantir uma melhor triagem dos resíduos e diminuir os riscos à saúde dos catadores neste momento”.


Ele também destaca que a aquisição de máquinas irá aumentar a produtividade das cooperativas e associações, gerando mais renda aos catadores. “A quantidade de lixo produzido pela sociedade vai continuar e aumentar. No entanto, só aumenta a renda dos catadores se as cooperativas tiverem condições de processar mais. E para isto, é preciso investir em equipamentos melhores”, concluiu Villalobos.

Fonte: Assembleia Legislativa do Paraná.

1 de dezembro de 2020

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