Após dia tenso, Mandetta permanece como ministro

Parlamentares e militares do governo defenderam permanência



Depois de um dia tenso, em que esteve ameaçado de demissão, Luiz Henrique Mandetta permanecerá como ministro da Saúde. A decisão saiu após uma reunião no final da tarde no Palácio do Planalto, à qual compareceram o próprio Mandetta e outros ministros do governo. Bolsonaro cogitou a demissão de Mandetta devido às divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo Coronavírus.


O presidente defende o que chama de “isolamento vertical”, ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia. O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham em casa. Na noite de domingo (5), Bolsonaro chegou a dizer que Mandetta “já está demitido”. Mas ontem a reação contra a saída do ministro foi forte.


Auxiliares militares do governo se manifestaram contra a demissão. A bancada da Saúde no Congresso também manifestou unânime apoio ao ministro, assim como os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM). Na reunião de ontem, Bolsonaro falou em “união” e que a hora é de se “confiar uns nos outros”.

22 de outubro de 2020

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