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Países ricos podem deixar Brasil com poucos respiradores

Equipamento é essencial para aumentar chances de sobrevivência do paciente



Diante da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), o Brasil enfrenta grande dificuldade para aumentar o número de ventiladores mecânicos, equipamentos essenciais para tratar os casos mais severos da doença Covid-19.


Esse entrave tem três causas principais: a concorrência com países ricos, que aceitam pagar mais caro pelos equipamentos; baixa capacidade de produção das empresas nacionais, frente à alta demanda; e a complexidade da fabricação dos aparelhos.


Indústrias nacionais e estrangeiras alegam que o número de encomendas de respiradores mecânicos disparou desde o início da pandemia. O mundo inteiro quer comprá-los. O motivo é óbvio: o aparelho é decisivo para garantir a sobrevivência de pacientes com falta de ar intensa.


Segundo o Ministério da Saúde, há 65.411 ventiladores mecânicos no Brasil, sendo que 46.663 estão no Sistema Único de Saúde (SUS). Do total, 3.639 encontram-se em manutenção ou ainda não foram instalados.


Não é viável prever, com exatidão, de quantos aparelhos o país necessitará nas próximas semanas – isso dependerá do número de contaminações.

28 de novembro de 2020

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