Setor aéreo vive pior crise desde o 11 de setembro

Movimento caiu cerca de 20% na semana passada



O setor aéreo enfrenta o momento mais difícil da sua história, em meio à pandemia do coronavírus, segundo o presidente da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa) e ex-ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. “Essa é, com certeza, a crise mais grave da história do transporte aéreo. Nem mesmo no 11 de setembro nós tivemos um impacto tão grande em tantos países”, afirmou.


Segundo ele, ainda é difícil dimensionar os efeitos no Brasil, já que as medidas restritivas de movimentação de pessoas, impostas por diversos governos, vão se renovando a cada dia. Mas a associação estima que o movimento de passageiros tenha caído cerca de 20% na semana passada. “E isso vai crescer rapidamente”, comentou Oliveira.


A Aneaa reúne as empresas administradoras dos aeroportos brasileiros que foram concedidos à iniciativa privada. Entre eles, estão Brasília (DF), Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Confins (MG). Juntos, eles respondem por 70% de todo o fluxo de passageiros do setor aéreo no país, de acordo com a associação.

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