Justiça paraguaia nega prisão domiciliar a R10 e o irmão

Mais quatro servidores foram detidos na investigação sobre documentação falsa

Crédito: MP Paraguai

A Justiça do Paraguai negou o pedido de transferência para prisão domiciliar que a defesa do ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão e empresário, Roberto de Assis Moreira, apresentou na segunda-feira (9). Segundo o jornal ABC Color, o juiz Gustavo Amarilla alegou que os brasileiros não comprovaram possuir um imóvel no país que sirva como garantia da fiança. E que há o risco de os dois deixarem o Paraguai antes da conclusão da investigação.


Ronaldinho e Assis permanecerão presos em caráter preventivo em uma cela especial da Polícia Nacional, em Assunção, onde estão desde a última sexta-feira (6), acusados de uso de documentos adulterados. A Agência Brasil não conseguiu contato com os representantes legais do ex-atleta e de seu irmão no Brasil e no Paraguai.


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22 de Janeiro de 2021

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