Temporada termina com 53,3% menos afogamentos no Paraná

Neste verão, foram sete vítimas fatais



O trabalho preventivo dos guarda-vidas, somadas à maior conscientização dos banhistas, resultou na redução de 53,3% nos óbitos por afogamento em comparação com o verão anterior (de 15 caiu para 7 casos). Durante o Verão Maior 2019/2020, o Corpo de Bombeiros fez 174 salvamentos gerais e atendeu 636 incidentes em meio líquido (afogamento) na região litorânea.


O Comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Samuel Prestes, destacou que nenhuma morte por afogamento ocorreu em área protegida por Postos Guarda-Vidas em toda a temporada. “O número de mortes foi bastante reduzido em relação aos anos anteriores e se deram em locais inapropriados ou fora do horário de atuação dos guarda-vidas, e mesmo assim tivemos uma redução expressiva. Isso é fruto de uma campanha de orientação e de sinalização bastante forte onde as pessoas poderiam aproveitar o verão de forma mais segura”, destacou.


Com o Verão Maior, o Corpo de Bombeiros, por meio do 8° Grupamento de Bombeiros (8° GB), intensificou os trabalhos de prevenção e orientação aos banhistas na areia, além de distribuir informativos e entregar pulseirinhas de identificação às crianças. Também foram aplicadas motos aquáticas e embarcações no mar, para patrulhamento e apoio em resgates. “Com os bombeiros conversando com os banhistas, incentivamos que eles procurassem os guarda-vidas antes de iniciar alguma atividade no mar. Utilizamos bandeiras e wind banners sinalizando as áreas de guarda-vidas para que a atuação fosse mais efetiva”, acrescentou o coronel Prestes.


Neste verão, o Corpo de Bombeiros atuou com um apoio de guarda-vidas civis, treinados pelos bombeiros militares antes do início do Verão Maior, para reforçar os 91 postos de atendimento no Litoral. Durante trabalho preventivo houve 74.082 orientações e 33.719 advertências. Os resgates em meio líquido (afogamentos) tiveram redução de 11,2% (de 892 caiu para 792). “Isso significa que as pessoas estavam mais conscientes e precisaram menos de intervenções dos guarda-vidas”, disse o coronel Prestes.


Nos atendimentos na areia, os profissionais fizeram salvamentos, resgates e atendimentos diversos aos veranistas. Os incidentes com águas-vivas e caravelas, por exemplo, demandaram 4.527 atendimentos, uma diferença de 3.058 casos em comparação com o mesmo período da temporada passada, quando foram 1.469 atendimentos. “Os guarda-vidas estavam preparados para atender estes casos, tanto no que diz respeito às orientações quanto à disponibilização sempre de vinagre para minimizar o envenenamento após o contato do animal com a pessoa”, acrescentou.

21 de outubro de 2020

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