Polícia indicia sete por morte de professor

Crime teria motivação homofóbica, segundo o inquérito



A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o Inquérito Policial que apurava a morte do professor Ronaldo Pescador, de 40 anos. Sete pessoas suspeitas de envolvimento no crime foram indiciadas por homicídio triplamente qualificada, fraude processual, ocultação de cadáver, omissão de socorro, corrupção de menores e homofobia. Além disso, uma adolescente suspeita de ser a autoria intelectual do assassinato responderá por ato infracional análogo aos crimes.


No curso das diligências, a PCPR colocou os suspeitos frente a frente, a fim de confrontar as versões apresentadas em depoimento individual. O procedimento é chamado de acareação. O objetivo é apurar divergências relatadas durante oitivas.


Além disso, a PCPR realizou a reconstituição do crime, também com a presença dos suspeitos. A reconstituição é importante para esclarecer as circunstâncias em que o crime ocorreu, bem como de que forma foi praticado.


Pescador foi encontrado morto no dia 1º de dezembro de 2019, próximo ao Zoológico de Curitiba, no bairro Boqueirão. O professor havia saído de sua casa, localizada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, pra ir até uma festa de música eletrônica no dia 29 de novembro.


O homem foi encontrado dentro do próprio carro, amarrado em fios elétricos, enrolado em um pedaço de carpete de automóvel e com uma peça íntima feminina na boca. Conforme apurado, Pescador foi fortemente torturado física e psicologicamente.

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28 de Fevereiro de 2021

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