Lava Jato pede aumento de pena de Deonilson Roldo

O ex-chefe de gabinete foi condenado a 10 anos de prisão



A força-tarefa do Ministério Público da Lava Jato no Paraná (PR) recorreu de sentença proferida da Justiça Federal que condenou o ex-chefe de gabinete do governador Beto Richa, Deonilson Roldo e do empresário Jorge Atherino, no âmbito da operação Piloto, que investiga suspeitas de pagamento de propina por parte da Odebrecht em troca do favorecimento em uma licitação para obras de duplicação na rodovia PR-323 (região Norte).


Em janeiro, a 23ª Vara Federal de Curitiba condenou Roldo, a 10 anos e cinco meses de prisão por corrupção passiva e fraude a licitação e Atherino, apontado pelo MPF como operador financeiro do grupo político de Richa no esquema, a 4 anos, 9 meses e 15 de prisão em regime semiaberto, por corrupção passiva.

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