Getmundi inova com solução de pagamentos internacionais para o turismo

Desde a criação, a Getmundi já processou mais de 10 milhões de reais para clientes nos mais diferentes países e nosso objetivo é triplicar o faturamento em 2020

Uma das principais dificuldades para quem organiza e vende viagens internacionais é ter de lidar com o desafio de receber em reais no Brasil e ter de pagar fornecedores em dólares, ou euros, no exterior. Além dos altos impostos nas remessas, que podem chegar a 33%, existe um grande risco cambial. Sem contar que todo processo é complexo, caro e altamente burocrático.


Com objetivo de resolver esse problema surgiu a Getmundi, uma plataforma global de pagamentos e reservas para quem organiza seus próprios pacotes de viagem. Diferente das opções mais conhecidas como TransferWise ou Paypal, a empresa funciona como um marketplace e oferece uma solução completa, que envolve: recebimento de pagamentos em mais de 135 moedas, gestão de saldo em moeda estrangeira, criação de páginas de venda e reservas on-line, gerenciamento de participantes, além dos pagamentos para fornecedores sem risco cambial no mundo inteiro.


“Desde a criação, a Getmundi já processou mais de dez milhões de reais para clientes nos mais diferentes países e nosso objetivo é triplicar o faturamento em 2020”, comenta Leo Uchoa, um dos fundadores da startup que começou sua operação em Portugal no início de 2018 e esse ano transferiu a sede para o Canadá.


Uma necessidade latente do setor


A startup foi criada depois que o Leo Uchoa e Cláudio Meirelles, amigos já de muito tempo, eram sócios de uma agência de viagens que organizava missões empresariais. Durante anos, enfrentaram inúmeras dificuldades para conseguir operar seus pacotes e perceberam que tinham que fazer praticamente tudo manualmente, desde a divulgação dos roteiros, até o recebimento dos pagamentos no Brasil e o envio para o exterior. Tudo isso consumia muito tempo e praticamente inviabilizava o crescimento da empresa. Decidiram fechar a agência e, junto com Halley Lucena, que ficou à frente da tecnologia, passaram a se dedicar integralmente à Getmundi.


O rápido crescimento da plataforma está no fato do organizador cadastrar os valores dos pacotes diretamente na moeda que precisa pagar os seus fornecedores, ou seja, em dólar ou euro. Na hora do cliente fazer o pagamento, o sistema converte para reais e aceita pagamentos com cartões brasileiros em até 12 parcelas ou no boleto. O organizador passa então a ter um saldo internacional que pode usar para pagar os fornecedores do seu pacote em mais de duzentos países ou transferir para sua conta bancária no Brasil, tudo isso sem burocracia ou qualquer risco de prejuízo com a flutuação cambial.


A empresa também tem planos de levar a solução para outras regiões da América Latina e África onde, assim como no Brasil, fazer e receber pagamentos internacionais é caro, complexo e ineficiente. Para saber mais detalhes da Getmundi acesse o site: getmundi.com/br/

22 de outubro de 2020

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