Suspeito no Caso Rachel tem prisão preventiva decretada

Morte de menina foi em novembro de 2008



O suspeito de matar a menina Rachel Genofre, em Curitiba, teve a prisão preventiva – que é por tempo indeterminado – decretada, conforme informou a Polícia Civil do Paraná nesta quinta-feira (2).


A Polícia Civil havia pedido à Justiça que a prisão de Carlos Eduardo dos Santos fosse convertida para preventiva, apesar de ele já se encontrar detido por outros crimes. Assim, não há risco de ele ser solto.


De acordo com a Polícia Civil, a requisição foi fundamentada para garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal.


"O objetivo da prisão preventiva foi garantir a ordem pública, uma vez que ele pratica crimes de natureza sexual sempre em relação a menores. O simples fato de ele estar diante de crianças, muitas vezes o estimula à prática desse delito", explicou o delegado Marcos Fontes nesta quinta.


A morte de Rachel foi em novembro de 2008. O corpo dela foi encontrado dentro de uma mala na Rodoferroviária de Curitiba. A garota tinha oito anos.


Carlos Eduardo dos Santos foi reconhecido em setembro de 2019 após a identificação feita através de um exame de DNA. Essa identificação aconteceu quase 11 anos depois do crime.

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