Lava Jato oferece nova denúncia contra Youssef

As empresas de Youssef teriam lavado dinheiro para Paulo Roberto Costa


Foto: Reprodução


A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná denunciou, do dia 03 de dezembro, Waldomiro de Oliveira, integrante do grupo de Alberto Youssef, pelo crime de lavagem de ativos. Conforme apurado nas investigações, altos executivos da Camargo Correa prometeram pagamento de propina a Paulo Roberto Costa relativo a contratos para obras na Refinaria de Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras, cujos valores iniciais totalizavam mais de R$ 4,7 bilhões.


Identificou-se que pelo menos R$ 45 milhões foram repassados pela Camargo Correa, mediante sucessivas operações de lavagem de dinheiro, a título de pagamento das propinas.


Desse montante de propina, R$ 5,6 milhões foram repassados, entre 2010 e 2012, de forma dissimulada pela Camargo Correa por meio da contratação de empresas do Grupo Metasa. De acordo com as investigações, essas sociedades empresárias realizaram transações bancárias fundadas em contratos e notas fiscais ideologicamente falsos, com a utilização de empresas controladas pelos operadores Alberto Youssef e Waldomiro de Oliveira.


Segundo revelado pelos próprios envolvidos, os pagamentos foram destinados a Paulo Roberto Costa e ao Partido Progressista (PP), agremiação que o mantinha na posição de Diretor de Abastecimento da Petrobras.

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28 de Fevereiro de 2021

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