STJ decide que policial ré por morte de copeira será julgada por homicídio

Crime ocorreu em 23 de dezembro de 2016, em Curitiba



O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, na quinta-feira (28), que a policial civil Kátia das Graças Belo, ré pela morte da copeira Rosaira Miranda da Silva, deve ser julgada por homicídio triplamente qualificado.


A copeira morreu ao ser baleada em uma confraternização do trabalho, nos fundos de um lava a jato, em Curitiba, em dezembro de 2016. Segundo a denúncia, a policial se irritou com o barulho da festa e atirou contra o estabelecimento vizinho.


Em julho de 2017, a Justiça decidiu que a policial iria a júri popular pelo crime de homicídio simples, com pena que varia de 6 a 20 anos de prisão.


Com a decisão do STJ de incluir as qualificadoras de motivo fútil, perigo comum e impossibilidade de defesa da vítima, a pena de Kátia pode ser de 12 a 30 anos de prisão, caso seja condenada.


Kátia das Graças Belo responde ao processo em liberdade. Ela está trabalhando no setor administrativo da Polícia Civil.

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