Arábia Saudita afirma que armas usadas em ataque são do Irã

Regime iraniano nega, mas afirma que ofensiva foi uma reação iemenita



A coalizão liderada pelo governo da Arábia Saudita no Iêmen afirmou nesta segunda-feira (16) que o armamento utilizado no ataque a instalações da petroleira Aramco foram fabricadas no Irã. O regime iraniano nega.


A ofensiva, ocorrida no sábado, reduziu o abastecimento de petróleo no mundo e despertou o temor de uma escalada militar entre os Estados Unidos e o Irã.


"A investigação segue, e todas as indicações mostram que as armas usadas provêm do Irã", declarou o porta-voz da coalizão, o coronel Turki al-Maliki, em Riad, na Arábia Saudita


O militar acrescentou que o grupo investiga a origem dos disparos. A Arábia Saudita é o maior exportador mundial de petróleo e um peso pesado da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).


O ataque fez a produção de petróleo da Arábia Saudita cair pela metade e elevou os preços do produto em todo o mundo. Entenda aqui os possíveis impactos.


As autoridades do Kuwait também abriram uma investigação porque, segundo relatos locais, um drone invadiu o espaço aéreo do país e sobrevoou o palácio do emir kuwaitiano no sábado – mesmo dia do ataque à Arábia Saudita.


Rebeldes houthis – grupo militante xiita do Iêmen apoiado pelo Irã – reivindicaram a autoria da ofensiva contra a petroleira. A Arábia Saudita iniciou a intervenção na guerra iemenita em 2015 em apoio ao governo local.

29 de outubro de 2020

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