Guerra jurídica vai decidir sobre mensagens hackeadas

O ex-juiz Sérgio Moro foi um dos alvos dos hackers



A investigação da Polícia Federal sobre o grupo liderado por Walter Delgatti Neto, 30, o suspeito de atividade hacker que reconheceu ter copiado conversas de procuradores da Lava Jato, deu origem a uma disputa jurídica que deverá se estender nos tribunais: qual o destino a ser dado às mensagens e quem poderá ter acesso a elas?


As conversas, copiadas por Delgatti de contas dos procuradores no aplicativo de mensagens Telegram, foram apreendidas pela PF na Operação Spoofing, deflagrada na última terça-feira (23).


Quando as mensagens começaram a ser publicadas pelo site The Intercept Brasil e outros veículos, como a Folha de S.Paulo, os advogados de réus ou condenados pela Lava Jato, como o ex-presidente Lula, entenderam que elas poderiam conter elementos para uma rediscussão das decisões do então juiz Sergio Moro, sob o argumento da falta de imparcialidade do magistrado.


No entanto, o Judiciário dizia ter pouca margem de manobra, como foi explicado no final de junho pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte.

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27 de Janeiro de 2021

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