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Servidores rejeitam proposta apresentada por Ratinho Jr.

Categoria se mobilizou em frente ao Palácio e decidiu manter a greve



Representantes dos sindicatos dos servidores públicos rejeitaram a proposta apresentada pelo governador Ratinho Jr. Mobilizados diante do Palácio Iguaçu, decidiram manter a greve. Em comunicado divulgado na sequência, a categoria criticou a proposta: “Sem qualquer compromisso com o funcionalismo público, Ratinho Junior (PSD) apresentou nesta quarta-feira (03) uma proposta indecente para a reposição da data-base dos(as) servidores(as) públicos do Paraná. Sem debater com os(as) trabalhadores(as) do estado, o governador uma proposta para a imprensa com portas fechadas”.


Segundo o documento, o governo propôs o pagamento parcelado ao longo de quatro anos. Os 05% seriam pagos a partir do mês de outubro e mais 1,5% a partir de janeiro do ano que vem.


Já o outro 1,5% seria aplicado apenas em janeiro de 2021, no caso da receita corrente liquida (RLC) do ano anterior ter crescido pelo menos 6,5%. O restante (mais 1,5%) incidirá em janeiro de 2022, desde que a RCL tiver apresentado crescimento mínimo de 7% nos doze meses anteriores.


Diante da proposta considerada “afrontosa”, os(as) coordenadores(as) afirmam que irão intensificar as mobilizações. Os(as) dirigentes sindicais se reunirão ainda nesta quarta-feira (3) com deputados(as) e uma reunião do comando de greve está marcada para a manhã desta quinta-feira (4).


“Não dá pra chamar assembleia pra avaliar essa indecência. O governador prefere chamar coletiva de imprensa do que participar de uma mesa de negociação com os sindicatos”, critica o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão.


A proposta de 0,5% a partir de outubro não representa uma reposição significativa para as categorias, que já sofrem com 17% de perda salarial. Um exemplo é o salário das merendeiras das escolas, cujo salário é pouco mais de mil reais. A proposta de 0,5% representará o reajuste de cinco reais apenas no final do ano. O que não se compara aos R$ 10,5 bilhões por ano que o governo isenta de empresários e ruralistas.

26 de novembro de 2020

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