Acusados por tragédia na boate Kiss vão a júri popular

Incêndio matou 242 pessoas e deixou 636 ficaram feridas



Por unanimidade, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, ontem (18), que quatro investigados pelo incêndio na Boate Kiss, em 2013, em Santa Maria (RS), serão julgados por júri popular, por homicídio. O incêndio matou 242 pessoas e deixou 636 ficaram feridas.


O colegiado julgou o tarde um recurso protocolado pelo Ministério Público e pela associação dos familiares das vítimas da tragédia para reformar uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), que entendeu que os envolvidos não deveriam ser julgados pelo júri popular, mas por um juiz criminal.


Na decisão, a Turma seguiu o voto do relator ministro Rogério Schietti Cruz. Ele entendeu que os sócios da Boate Kiss Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Lodero Hoffmann, bem como os músicos Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão, integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava no dia do incêndio, estavam cientes dos riscos do uso de fogos artifícios, que não poderiam ser acionados em ambientes fechados.

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17 de Janeiro de 2021

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