Natura anuncia compra da Avon

Empresa de cosméticos terá faturamento bruto de US$ 10 bilhões



A fabricante de cosméticos Natura anunciou a aquisição da Avon, em uma operação de troca de ações. De acordo com a companhia, a operação cria o quarto maior grupo exclusivo de beleza do mundo.

Com a Avon, a Natura vai ter um faturamento bruto anual superior a US$ 10 bilhões, mais de 40 mil colaboradores e a presença em 100 países pelo mundo.

A transação permanece sujeita às condições finais habituais, incluindo a aprovação tanto pelos acionistas da Natura quanto da Avon. A conclusão da operação é esperada para o início de 2020.Aliados de Vitor Hugo dizem que o saldo político para ele foi positivo, ainda que as consequências internamente sejam ruins. Antes desconhecido, o parlamentar hoje tem 42 mil seguidores no Twitter ---número que, dizem, começou a subir depois que ele adotou postura mais combativa na rede social.

As críticas à postura do PSL não vêm de agora. Desde o início da Legislatura membros de outros partidos que simpatizam com pautas econômicas do governo vêm reclamando que são “atacados gratuitamente”.

Um dos casos terminou no Conselho de Ética: em março, Coronel Tadeu (PSL-SP) chamou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) de “assassino de policiais” durante sessão sobre a reforma da Previdência na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Gerou um furdunço e acabou recebendo uma representação no conselho.

Deputados do PSL admitem que o partido tem que melhorar a articulação política, mas dizem que quando ficam muito tempo sem postar em suas páginas são cobrados pelo eleitorado. Uma deputada governista afirmou que chegou a ser criticada e chamada de petista por ficar dias sem falar sobre a oposição nas redes sociais.

Eles também defendem que, dessa maneira, conseguem estar mais conectados aos anseios do público em geral. "Todos nós aqui estamos recebendo uma enxurrada de mensagens pelo WhatsApp, Facebook e todas as mídias sociais", disse o deputado Filipe Barros durante a votação do Coaf. "Essa é a realidade: nós devemos satisfação e respeito ao povo brasileiro. Essa é a vontade da população."

Para a pesquisadora do Núcleo de Instituições Políticas e Eleições da USP Joyce Luz, o uso exacerbado de redes sociais gera um problema para o Parlamento, onde a tomada de decisão deve ser coletiva. “Se em cada votação o deputado for checar com a sua base, você não vai ter decisão em conjunto e nem chegar em acordo para avançar com as propostas”, diz.

Segundo a pesquisadora, o público em geral tende a achar que as redes sociais o aproximam da política. Isso acontece porque, de um lado, há políticos que não prestam contas para seus eleitores e, de outro, havia pouco interesse na política por parte da população.

Ela alerta, porém, que as redes sociais podem dar uma impressão falsa de democratização. “Quem tem acesso à internet, e à internet naquela votação?”, questiona. “Se o parlamentar achar que só aquelas pessoas que assistem à live naquele momento são a sua maioria, podemos estar excluindo uma parcela do eleitorado na tomada de decisões.”

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22 de Janeiro de 2021

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