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Juiz bloqueia R$ 37 milhões em bens de Beto Richa e outros 12

Acusados respondem por fraudes no Programa Patrulha no Campo

O juiz da 23ª Vara Criminal de Curitiba, Fernando Bardelli Fischer, determinou o sequestro de bens do ex-governador do Paraná e candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB), e outras 12 pessoas investigadas pela Operação Rádio Patrulha. O bloqueio de cada um dos envolvidos deve ser de até R$ 37. 316.406,66. A única exceção é em relação ao primo de Richa, Luiz Abi, que deve pagar até R$ 12.934.859,00. “Embora não seja possível precisar, nesta fase processual, o valor total do prejuízo causado pelas condutas descritas na denúncia do processo principal, os dados oriundos da auditoria realizada pelo Ministério Público e que instruem este pedido apontam que foram pagos R$ 129.348.591,00 pelo Governo do Paraná em decorrência da licitação supostamente fraudada”, afirmou o juiz em despacho. O sequestro é para assegurar uma eventual reparação mínima, de acordo com a Justiça. “Nada impede que os valores da ocasional indenização, quando discutidos definitivamente na esfera competente, fiquem aquém ou além dos patamares aqui adotados”, pontuou Fischer. A defesa de Beto Richa diz que ainda não teve acesso à decisão e, por enquanto, não vai se manifestar. A Operação Rádio Patrulha foi deflagrada pelo Ministério Público para apurar a suspeita de fraude no programa Patrulha no Campo, existente em seu governo, em que máquinas para a recuperação e manutenção de estradas rurais eram locadas. Em 11 de setembro, foi decretada a prisão temporária de Beto Richa, da esposa, Fernanda Richa, do irmão do ex-governador, José Richa Filho, e outros envolvidos. A ex-primeira-dama Fernanda Richa não aparece como ré no processo.

27 de novembro de 2020

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