João Arruda promete congelamento das tarifas de água e luz no Paraná

Candidato do MDB deu entrevista a rádio de Londrina

O candidato do MDB ao Governo do Estado, João Arruda anunciou neste sábado (1º), no debate da Rádio Brasil Sul AM de Londrina, medidas emergenciais para ajudar as famílias durante a crise econômica que atinge o pais. "Aqui no Paraná, o aumento da água e da energia elétrica tornou e torna a vida cada vez mais difícil". "Em nosso governo, vamos congelar estas tarifas e dar mais poder de compra às famílias paranaenses", completou João Arruda. No governo Roberto Requião (2003-2010), ambas as tarifas permaneceram congeladas, mesmo assim, Copel e Sanepar mantiveram os investimentos em aplicação e qualidade do serviço. João Arruda reafirmou que vai permitir aumento saudável de tributos. "Vamos priorizar a política de trocar impostos por empregos e incentivo, com redução do ICMS, das empresas que abrirem programas de primeiro emprego para os jovens", ressaltou. A campanha de 2018 é mais curta, em função disto, João Arruda lamentou a ausência dos candidatos no debate - além dele, participaram Professor Jorge Bernardi (Reda) e Geonísio Marinho (PRTB). "Os representantes do governo Beto Richa - Ratinho Junior e Cida Borghetti - não tem participado dos debates, não sei por que se escondem", indagou. Economia - Ao responder sobre como o Estado fará frente à crise econômica nacional, João Arruda disse que as ações do atual governo potencializaram a crise no Paraná. "Os paranaenses não aguentam mais. 90% das famílias estão endividados, bem acima da média nacional, que é de 55%", destacou. Direitos humanos - Sobre a política de defesa dos direitos constitucionais, João Arruda informou que extinguir secretárias sem função específica e criar uma pasta para cuidar das Cidades. "Ela vai buscar as necessidades das cidades e uma delas é a acessibilidade. Vamos trabalhar com o plano diretor e promover qualidade de vida com inclusão social". João Arruda lembrou que foi autor do projeto que criou a Lei Maria da Penha Virtual, com penas mais severas para quem praticar crimes contra a mulher na internet. "Criamos esta lei após tomar conhecimento do caso envolve uma jornalista de Maringá, que teve a intimidade exposta por um ex-companheiro", lembrou.

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26 de Janeiro de 2021

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