Osmar Dias aposta no reaquecimento internacional da economia

Pré-candidato do PDT ao governo participou do debate da Faciap

O reaquecimento da economia internacional, com o crescimento de países emergentes, é uma grande oportunidade para o Brasil e o Paraná. O pré-candidato ao governo Osmar Dias (PDT) ressaltou, durante a abertura do II Fórum Gestão Pública, nesta sexta (27), em Curitiba, que o Estado precisa ficar atento ao cenário internacional para sair da crise. “Os novos players do mercado estão agindo de forma muito forte, com demandas imensas em minerais e alimentos que são aquilo que nós temos de melhor”, afirmou Osmar. “Não podemos mais deixar a crise frear ainda mais o nosso desenvolvimento econômico”, disse. O Fórum, organizado pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), contou também com a participação de outros pré-candidatos ao governo do Estado. Na sabatina, mediada pelo presidente da entidade Marco Barbosa, os empresários abordaram questões de interesse da cadeia produtiva do Paraná como rodovias, aeroportos, contratos de pedágio, ferrovias, desburocratização da máquina pública e carga tributária. O primeiro tema abordado foi sobre a redução dos valores destinados aos poderes Judiciário e Legislativo dentro da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Osmar disse que pretende conversar com os poderes e ajustar esses índices para que eles sejam mais compatíveis com a realidade econômica do estado para o próximo ano. Outra medida que tomará será retirar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação das receitas correntes da LDO porque este é um custo do Governo Federal. “O Fundeb tem um valor neste ano de 5,7 bilhões de reais. Se você aplicar 18,6% que estão congelados dentro do orçamento para atender os poderes como o Tribunal de Contas, Ministério Público e Tribunal de Justiça, retirando o Fundeb, você ganha 1 bilhão de reais para atender as políticas públicas que o Paraná tanto precisa.” Sobre os contratos de pedágio, que encerram daqui a três anos, Osmar disse que vai fazer audiências públicas e divulgar amplamente a nova licitação com o objetivo de aumentar a concorrência e assim diminuir o preço das tarifas. “Não podemos mais permitir que um caminhoneiro vá a Foz do Iguaçu e volte a capital, por exemplo, e gaste cerca de R$ 1,.4 mil com pedágio porque isso prejudica toda a cadeia produtiva do Estado.”

22 de outubro de 2020

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