MPPR investiga fraudes em obras no Colégio Estadual do Paraná

A ação faz parte da operação Quadro Negro, deflagrada em 2015

O Ministério Público do Paraná (MPPR) instaurou um inquérito para apurar a ocorrência de fraudes na execução de obras no Colégio Estadual do Paraná. A investigação foi aberta no último dia 9 de julho por promotores do Grupo Especializado ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria). O inquérito faz parte da operação Quadro Negro, deflagrada em 2015, que apura desvios de R$ 20 milhões que deveriam ter sido usados na construção e reforma de escolas do Paraná. Nas delações, os suspeitos afirmaram que políticos se beneficiavam do esquema. Entre os citados, está o ex-governador Beto Richa (PSDB), que nega o recebimento de propina. O contrato investigado agora, para reparos no prédio do Colégio Estadual do Paraná, foi firmado em 2013 entre a empresa Aghora Ltda e a Secretaria de Estado da Educação (Seed). Em nota, a Seed afirmou que foi “a primeira a investigar os indícios de disparidades em medições de obras de escolas”.

20 de outubro de 2020

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