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Artista leva um toque de cor para Pompéia e Herculano

Catrin Huber e a equipe da Universidade de Newcastle (UK), inauguram exposição em ambientes do Patrimônio Mundial



As primeiras obras de arte contemporânea, criadas pela artista alemã Catrin Huber com a equipe da Universidade de Newcastle, acabaram de ser instaladas na Pompeia (Pompeia ou Pompeios foi uma cidade do Império Romano situada a 22 km da cidade de Nápoles, na Itália, no território do atual município de Pompeia) e Herculano (era uma antiga cidade romana na região italiana da Campânia, província de Nápoles. Ficou muito conhecida por ter sido conservada, junto com a cidade de Pompeia, depois de ter sido soterrada pelas cinzas da erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C. Muitos dos seus habitantes morreram devido à erupção, e a cinza modelou seus corpos na posição que estes tinham no momento da sua morte. Apesar de ser menor que sua vizinha Pompeia, Herculano era muito mais próspera).

Cada centímetro de material original sobrevivente é precioso e atraem milhões de turistas todos os anos. Qualquer dano, como o recente colapso na Pompeia, cria manchetes mundiais em todos os jornais.

Foto - Os painéis pintados foram instalados em uma sumptuosa casa na Pompéia. Foto: Universidade de Newcastle


As cidades foram destruídas pela erupção do Vesúvio em 79 dC, quando as nuvens de gás venenoso ou chuvas de cinzas que deixaram os moradores e toda a cidade enterrados a muitos metros de profundidade, preservando todo o ambiente e, assombrosamente, as pessoas tiveram seus corpos petrificados, a serem redescobertos no século XVIII.

Os painéis foram construídos e pintados em Newcastle, pioneira na colaboração entre os departamentos de artes, ciências, artes plásticas e engenharia. A equipe teve que instalar os painéis em corredores estreitos e pisos íngremes onde o uso de maquinário é arriscado.

Foto - Os quartos foram escaneados a laser para garantir que os painéis de Catrin Huber se encaixassem sem danificar as paredes. Foto: Universidade de Newcastle


Os painéis foram construídos e pintados em Newcastle, pioneira na colaboração entre os departamentos de artes, ciências, artes plásticas e engenharia. A equipe teve que instalar os painéis em corredores estreitos e pisos íngremes onde o uso de maquinário é arriscado.

Os quartos em Pompéia e Herculano foram medidos por Alex Turner com equipamento especial, do departamento de arqueologia da universidade, para garantir que os painéis de alumínio coloridos de Huber se encaixariam nos espaços sem qualquer risco de dano nas muralhas romanas.

Foto - A artista alemã Catrin Huber com um dos painéis que ela criou para o projeto “Expanded Interiors”. Foto: Universidade de Newcastle


"Essas paredes fantásticas foram estudadas por arqueólogos e historiadores de arte, mas eu estou respondendo a elas como uma artista", disse Huber, que agora está trabalhando na universidade. "Para mim, os painéis significam outra coisa - eles não são apenas coberturas de parede ou declarações de riqueza e prestígio. Eles estão cheios de humor e imaginação, eles estão jogando com cor e temperatura, referências literárias, com a ideia de espaços, perspectivas complicadas, interiores e exteriores, arcos e aberturas".


Interiores expandidos em Pompeia e Herculano até 15 de janeiro de 2019

Maev Kennedy - Link Original

4 de dezembro de 2020

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