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Ator Danny Glover visita manifestantes pró-Lula em Curitiba

Estrela de Hollywood tem histórico de ativismo em causas sociais

O ator norte-americano Danny Glover esteve na noite de quarta-feira em Curitiba para dar Boa Noite ao ex-presidente Lula, mantido preso na Superintendência da Polícia Federal.

Não é a primeira vez que vem ao Brasil para mostrar seu apreço, seu apoio, sua parceria e solidariedade a Lula. Estrela de Hollywood que usa a fama para “tentar tornar menos pobres as pessoas pobres do planeta”, é conhecida a relação de Glover não só com Lula ou o PT, mas com movimentos sociais, líderes populares e partidos de esquerda em todo o mundo.

Nasceu em 1946, filho de funcionários dos Correios, em São Francisco, Califórnia. Ali foi criado, ali estudou. Na Universidade Estadual de São Francisco, participou da maior greve estudantil da instituição.

Ela começou em novembro de 1968. Dois grupos estudantis a organizaram: a União dos Estudantes Negros, que Glover fazia parte, e a Frente de Libertação do Terceiro Mundo. Suas demandas: que aquela universidade pública onde estudavam expandisse as ações do “Black Studies Department” (Departamento de Estudos sobre o Negro, em tradução literal) e criasse uma Escola de Estudos Étnicos. Foram cinco meses até a reitoria decidir atender às demandas, e a greve chegar ao fim. A “School of Ethnic Studies” da Universidade Estadual de São Francisco foi a primeira do gênero em seu país.

Ao longo da década seguinte, embora não fosse membro dos Panteras Negras, grupo anti-racista norte-americano, trabalhou em um de seus programas, de distribuição de café da manhã para famílias com crianças em situação de extrema pobreza. Também ajudou os panteras negras a organizarem seu jornal impresso.

Viveu em uma casa coletiva por um ano, engajou-se nos movimentos contrários à Guerra do Vietnã, outros de luta contra a política colonialista e racista aplicada à África e também de um grupo que lutava pela equanimidade no acesso à educação.

Junto com tudo isso, virou ator de Hollywood, ficou mundialmente famoso.

“Eu tento achar esperança em lutas e resistências, não importa onde estejam ocorrendo. O crescimento do movimento contra a guerra do Iraque é um motivo para esperança, assim como a luta por tratados comerciais justos com a América Latina. Momentos de luta por justiça são momentos a ser celebrados. A celebração da energia daqueles que unem para resistir.”

26 de novembro de 2020

Site de Notícias de Curitiba / Paraná

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