Policiais mulheres iniciam curso inédito em Curitiba

Curso será para 28 agentes de vários estados

Com a presença de delegados e personalidades, o Centro de Operações Especiais da Polícia Civil deu início na manhã desta segunda-feira (28/05), ao primeiro curso destinado somente para mulheres. O curso é pioneiro e foi muito disputado, sendo mais de 200 policiais inscritas e selecionou 28 participantes de diversas corporações do Paraná e também de outros estados como Santa Catarina (SC), Rio Grande do Sul (RS) e Amapá (AP).

Serão 12 dias de curso intensos com instruções de vários tipos de manuseio de armamentos, fuzil, pistola, operações com aeronaves, entre outros. “O curso também vai trazer segurança e profissionalismo na ação policial otimizando os trabalhos que envolvem forças de outros estados”, comentou também o delegado do Cope completando que participam do curso policiais de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Mato Grosso do Sul (MS), Mato Grosso (MT), Brasília (DF), Espírito Santo (ES), Bahia (BA), Maranhão (MA), Pará (PA), Rondônia (RO).

Para a aluna Ana Claudia Ornau, da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, o curso é uma oportunidade única e deve agregar muito no trabalho que realiza com a polícia. “Viemos para realizar o Treinamento de Aptidão Física (TAF) e foi muito concorrido, no geral todas estavam muito bem preparadas, eu acho que entraram as melhores”, falou.

Presente no evento, o diretor da Escola Superior da Polícia Civil, Sebastião Ramos Neto, cumprimentou as participantes e ressaltou o alto nível de dificuldade do curso. “Cumprimento as alunas do primeiro COPEFEM e gostaria de desejar um bom curso, vocês foram as escolhidas dentre mais de 200 inscrições num teste bastante difícil”.

Representando a governadora Cida Borguetti, a delegada Maritza Haisi, disse que a governadora está extremamente feliz com essa novidade. “Da minha parte quero que vocês saibam que não será um curso fácil, mas foi pensado, porque as mulheres são capazes e são guerreiras. Iniciativas como essa tem que ser festejada e já peço em nome de todas as mulheres que isso se torne uma tradição”.

“As técnicas não foram elaborados por acaso ou por aventureiros, os conhecimentos que serão repassados foram adquiridos pela necessidade diária do combate pela marginalidade testadas e aprimoradas diariamente nas situações enfrentadas nas ruas. Me atrevo a dizer que as alunas serão treinadas para a pior realidade, o pior cenário, para que nessas condições consigam cumprir sua missão e retornar com segurança para as suas casas”, concluiu Brown.

31 de outubro de 2020

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