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Arte marginal e expressamente atormentada de Maurice Utrillo

Utrillo, homem atormentado pelo álcool e pelo gosto da vida noturna

“Quando, às 1 da tarde, no dia seguinte ao Natal de 1883, Marie-Clémentine Valadon deu à luz a uma criança que ela chamava de Maurice, na Rue du Poteau, aos pés da Butte Montmartre. Ninguém sabe se foi um alívio ou um fardo para ela”.

Resumo: Filho da pintora Suzanne Valadon. Tornou-se alcoólatra aos 16 anos, e um frequente paciente de clínicas de desintoxicação nesse período. Aprendeu a desenhar e a pintar com sua própria mãe e a partir de 1903 dedicou-se inteiramente à arte.

Pintou numerosas vistas de Montmartre e do subúrbio parisiense. Seu estilo tornou-se pessoal, ao mesmo tempo ingênuo e refinado, com a fecunda “fase branca” (c. 1909-1915), caracterizada por uma amarga melancolia na interpretação dos locais de Montmartre.

Chegou a ser celebridade, mas, a partir de 1923, foi enclausurado em um hospício pela família, que temia seu comportamento. Utrillo, homem atormentado pelo álcool e pelo gosto da vida noturna.

Fez parte da excepcional colônia de artistas que se reuniam em Paris no início do século XX; foi companheiro de festas e cafés de Modigliani entre outros artistas.

Em Paris, dois grupos rivais: o grupo de Pablo Picasso e o grupo de Henri Matisse. Poucos ficaram fora da influência destas duas personalidades, e, entre estes, pode-se mencionar três artistas que compartilhavam a rejeição destes grupos e vários manifestos como o de Filippo Tommaso Marinetti, o futurismo.

A marginalidade e uma vida trágica: Maurice Utrillo, Chaïm Soutine e Amedeo Modigliani estavam na marginalidade da arte.

Utrillo dedicou-se, então, a uma intensa produção, sobretudo de cartões-postais. Casou-se em 1935, deixou a bebida, tornou-se muito religioso e viveu seus últimos anos em grande depressão.

Veja algumas de suas pinturas no vídeo abaixo:

24 de novembro de 2020

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