Richa inaugura novo IML em Curitiba

Governador prometeu contratar mais 28 peritos

O governador Beto Richa entregou nesta quinta-feira (15) a nova sede do Instituto Médico-Legal de Curitiba. A obra do Governo do Estado foi realizada com investimento de R$ 35,7 milhões - R$ 25,7 milhões na estrutura física, que tem 6,5 mil metros quadrados, e mais R$ 10 milhões em equipamentos. “Está entre os mais modernos do mundo, com estrutura adequada para o atendimento humanizado”, afirmou Richa.

Localizada no bairro Tarumã, o prédio abriga laboratórios forenses, consultórios humanizados para reconhecimento de corpos e também a administração superior da Polícia Científica do Paraná. A unidade homenageia Victor Ferreira do Amaral, primeiro médico legista nomeado pelo Estado e um dos fundadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Desde 2011, além da nova sede de Curitiba, o Governo do Estado investiu em novas unidades em Maringá, Londrina e Paranaguá e fez uma reforma completa no IML de Umuarama. Nos últimos anos, também foram investidos cerca de R$ 5 milhões no Banco de Perfis Genéticos de Criminosos do Paraná, uma base de dados de DNA pioneira no país.

De acordo com o secretário de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Júlio Reis, o espaço foi planejado e construído para garantir melhor atendimento e mais conforto aos cidadãos. “A estrutura foi planejada para proporcionar um atendimento humanizado às pessoas que dependem do serviço em vida, como as vítimas de violência doméstica e violência sexual e os presos. Esta unidade do IML será referência em atendimento para o país”, afirmou.

Além disso, segundo ele, a nova sede atende uma antiga demanda da Secretaria da Segurança. “A estrutura antiga tem cerca de 40 anos de uso e tornou-se pequena diante do aumento da demanda da Capital”, explicou Reis. O prédio antigo, no centro de Curitiba, continuará abrigando o Instituto de Criminalística.

Dividido em três andares, o complexo conta com laboratórios de biologia, DNA, patologia, antropologia, toxicologia, salas de observatório, necropsia e áreas administrativas. “Com esta estrutura o Governo do Estado responde a uma espera de mais de 40 anos. Hoje temos espaço moderno e valorização profissional”, afirmou o diretor da Polícia Científica, Hemerson Bertassoni Alves.

No novo espaço foi possível ampliar o número de câmaras frias, de 69 para 128, instalar o Museu de Ciências Forenses e construir um auditório com capacidade para 120 pessoas. O estacionamento também tem mais vagas do que a unidade do centro.

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17 de Janeiro de 2021

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