IML faz família velar corpo de jovem no asfalto

Falta de viaturas atrasou retirada de diversos corpos na RMC

A mãe do jovem de 18 anos que foi morto a tiros na noite de segunda-feira (14), em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, reclamou do descaso com que a retirada do corpo do filho foi tratada. Sem veículos para atender a ocorrência, o Instituto Médico-Legal (IML) deixou o corpo do rapaz quase 14 horas no meio da rua. Sueli Dias disse que ficou o tempo todo ao lado do corpo. “Eu não saí um minuto daqui. Cadê que eles vieram?”, questionou. “Eu quero o direito de velar o meu filho”, afirmou.

A mesma demora aconteceu com outras quatro mortes na Região Metropolitana de Curitiba. Às 16h de segunda-feira, uma pessoa morreu em Adrianópolis. O corpo só deu entrada no IML às 4h10 de ontem. Em Balsa Nova, um homem morreu por volta das 22h40, mas o corpo só chegou ao IML às 8h20 desta terça.

Na cidade vizinha, Araucária, houve mais uma morte à 1h desta terça-feira, e o corpo deu entrada também às 8h20. A quinta morte foi em um acidente na BR-116, na manhã desta terça-feira. Um motociclista bateu em um carro e morreu na hora. A entrada no IML só foi registrada por volta das 11h.

25 de outubro de 2020

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