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Oficina de Música terá 96 cursos e programação de concertos

Evento começa no próximo dia 27 e segue até 8 de fevereiro

A 35ª Oficina de Música de Curitiba, que acontecerá entre os dias 27 de janeiro e 8 de fevereiro, mantém-se como o mais completo e diversificado evento de formação musical do país. Além da oferta de 96 cursos de música erudita e popular brasileira, a Oficina terá uma extensa programação artística, com aproximadamente 125 eventos, entre concertos em teatros e parques, palestras, exibição de filmes, feira gastronômica, workshops, oficina verde, além do “circuito off” em 13 bares da cidade.

A novidade desta 35ª edição é que as categorias – música erudita, música antiga e MPB – acontecerão juntas, fortalecendo os laços da música e suas novas interfaces. De forma inédita, os gêneros musicais conviverão simultaneamente, oportunizando a troca de conhecimentos e informações.

“Toda essa programação estará concentrada em 13 dias, misturando o erudito ao popular e ainda tendo o pré-carnaval de Curitiba acontecendo simultaneamente. Será uma grande festa da música de qualidade, reforçando o conceito de ‘misture-se’ adotado na campanha deste ano”, garante Marino Galvão, presidente do Instituto Curitiba de Arte e Cultura – ICAC, que realiza a Oficina de Música junto com a Fundação Cultural de Curitiba.

Para a diretora geral da Oficina, Janete Andrade, a diversidade e a descentralização das atividades são a marca desta edição. “Tentamos envolver toda a cidade com música”, disse. Janete também enfatiza cursos inéditos, como o de preparação para spalla e o de acessórios e objetos para ópera, até então nunca ofertados em festivais de música. A programação e os cursos contam com a curadoria de Abel Rocha (coordenador de música erudita), Rodolfo Richter (música antiga) e João Egashira (música popular brasileira).

O maestro Abel Rocha assume a curadoria do núcleo de música erudita pela primeira vez, depois de atuar por três anos como professor da Oficina. Segundo ele, os cursos procuram atender as expectativas dos alunos. “Uma das preocupações que tive foi manter a qualidade musical para garantir o convívio com profissionais de excelência e possibilitar o ensino conforme uma nova demanda dos músicos na atualidade: associar educação musical, formação de plateia e empreendedorismo“, explicou o maestro, que é professor de regência do Instituto de Artes da Unesp e titular da Orquestra Sinfônica de Santo André.

As aulas acontecerão nos blocos vermelho e amarelo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, apoiadora máster do evento. A Oficina contará com 81 professores brasileiros e estrangeiros, como o italiano Emanuelle Baldini, atual spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e Cristina Ortiz, pianista brasileira de carreira internacional residente na Suíça.

São esperados mais de 1.300 alunos de todo o Brasil, oriundos de 22 estados brasileiros e do Distrito Federal. Os do Paraná são em maior número - 784 alunos, sendo 610 da capital. Os participantes vêm de mais de 100 cidades brasileiras, até mesmo das mais distantes, como Belém do Pará. Entre os participantes estão também muitos estrangeiros. Serão 46 alunos vindos, na maior parte, da Argentina, mas também do Paraguai, Bolívia, Holanda, Alemanha, Reino Unido, Espanha e Lituânia.

“Apoiar a 35ª Oficina de Música é uma oportunidade única para a Caixa, proporcionando à população de Curitiba espetáculos e programação primorosa, além da troca de experiências entre os músicos que vêm de todos os lugares do mundo em razão da qualidade e o diferencial do evento”, destaca Cybelle Radominski Demattê, gerente de Marketing, Comunicação e Cultura da Caixa.

30 de novembro de 2020

Site de Notícias de Curitiba / Paraná

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