banner_300x250_V2_01_vacina_portais.gif

Fanatismo religioso e atos de terrorismo

Boxeadores profissionais que deixaram o esporte para se filiar a partidos terroristas

Os laços entre boxe e terrorismo têm sido evidentes nos últimos anos, onde até campeões continentais se juntaram a organizações terroristas, como o Estado Islâmico (ISIS). Boxe e Islã tiveram um relacionamento que pode ser tomado como ponto de partida com Muhammad Ali, que levou a religião para o topo dos esportes de combate, mas sem chegar a um grau de fanatismo extremo. Algumas autoridades islâmicas afirmam que o boxe é inconsistente com o Alcorão e os ditos do Profeta Muhammad. No entanto, nos últimos anos, alguns praticantes de boxe e crentes dos setores mais extremistas dessa religião atingiram o nível de terrorismo. Aqui, alguns exemplos.

Tamerlan Tsarnaev: Planejou e executou os bombardeios na Maratona de Boston

Ele era um checheno exilado que havia chegado com sua família no início dos anos 90. Ele morava no Cazaquistão como um refugiado político antes de chegar à América do Norte. Na mídia americana, há registros de Tsarnaev que compete em luvas de ouro desde 2004. Ele teve o sonho de representar os Estados Unidos em um torneio internacional e assim obter a cidadania. Dado que naquela época a Chechênia não era um país independente, Tsarnaev afirmou preferir competir pelos "Estados Unidos e não pela Rússia".

Finalmente, em 15 de abril de 2013, Tamerlan Tsarnaev se infiltrou na multidão com seu irmão, que testemunhou a Maratona de Boston, e deixou uma mochila aos pés de Jeff Bauman. Um minuto depois, a mochila explodiu, tomando os pés de Bauman (que sobreviveu), mas não a lembrança indelével do homem corpulento com um boné e óculos. A descrição de Bauman fez com que as autoridades fossem a caça, e Tsarnaev foi morto algumas horas após o ataque.

Os laços entre boxe e terrorismo têm sido evidentes nos últimos anos, onde até campeões continentais se juntaram a organizações terroristas, como o Estado Islâmico (ISIS). Boxe e Islã tiveram um relacionamento que pode ser tomado como ponto de partida com Muhammad Ali, que levou a religião para o topo dos esportes de combate, mas sem chegar a um grau de fanatismo extremo. Algumas autoridades islâmicas afirmam que o boxe é inconsistente com o Alcorão e os ditos do Profeta Muhammad. No entanto, nos últimos anos, alguns praticantes de boxe e crentes dos setores mais extremistas dessa religião atingiram o nível de terrorismo. Aqui, alguns exemplos.

Tamerlan Tsarnaev: Planejou e executou os bombardeios na Maratona de Boston

Ele era um checheno exilado que havia chegado com sua família no início dos anos 90. Ele morava no Cazaquistão como um refugiado político antes de chegar à América do Norte. Na mídia americana, há registros de Tsarnaev que compete em luvas de ouro desde 2004. Ele teve o sonho de representar os Estados Unidos em um torneio internacional e assim obter a cidadania. Dado que naquela época a Chechênia não era um país independente, Tsarnaev afirmou preferir competir pelos "Estados Unidos e não pela Rússia".

Finalmente, em 15 de abril de 2013, Tamerlan Tsarnaev se infiltrou na multidão com seu irmão, que testemunhou a Maratona de Boston, e deixou uma mochila aos pés de Jeff Bauman. Um minuto depois, a mochila explodiu, tomando os pés de Bauman (que sobreviveu), mas não a lembrança indelével do homem corpulento com um boné e óculos. A descrição de Bauman fez com que as autoridades fossem a caça, e Tsarnaev foi morto algumas horas após o ataque.

Mohamed Elomar: de campeão australiano à guerra na Síria

Ele nasceu em Sydney, Autralia em 1984 e, como boxeador profissional, ele teve um recorde de 20 vitórias por uma única derrota. Apesar de ter uma certa reputação no boxe da Austrália, por ser um campeão nacional, Elomar tornou-se reconhecido internacionalmente porque depois de deixar o boxe em 2013, sua conta no Twitter pode ser vista com fotos de motivação para a violência muito explícita que evidenciaram os rumores sobre sua participação nas guerras do ISIS na Síria e no Iraque. Algumas de suas fotos também o mostraram com uma barba crescida e cercadas por armas.

Foi relatado que Elomar tinha se juntado ao Estado islâmico junto com seu compatriota Khaled Sharrouf. Em 25 de junho, as autoridades australianas confirmaram que Mohamed Elomar havia sido encontrado morto perto da cidade de Mosul no Iraque. Elomar tinha 30 anos quando morreu. Mais tarde, a morte em combate de Khaled Sharrouf também foi registrada.

24 de novembro de 2020

Site de Notícias de Curitiba / Paraná

Jornale: edson@jornale.com.br

             redacao@jornale.com.br

WhatsApp: (41) 8713-4418

Correio Paranaense / Jornal do Ônibus

comercial@jornaldoonibusdecuritiba.com.br

Tel. 41 3263-2002

Editorias

Editais

Siga Jornale

  • Pinterest