Cinco séculos de gravura europeia no MNBA-RIO


(detalhe)'Le Forgeron' (1833), de Eugène Delacroix

A Técnica de impressão de imagens a partir de uma matriz rígida, o metal, madeira, etc, a gravura tem desde a Antiguidade e já era conhecida por egípcios e chineses desde o século II. No Ocidente, começou a ser praticada apenas no século XV, a partir de diferentes técnicas e escolas. Com a possibilidade de levar obras de arte a um número maior de pessoas, o trabalho dos artistas gravadores aumentou o número de pessoas interessadas em arte e aprecia-las, guardando as gravuras de forma que fosse a própria obra realizada pelo pintor, em conexão com as transformações tecnológicas de cada período, das prensas mecânicas à fotografia, em que a experimentação era e ainda é essencial para um trabalho inovador em uma técnica que exige muita cautela quando trata de faze-la corretamente, um único descuido, seja com os ácidos, o tempo ou corte errados, pode comprometer todo o trabalho. Um recorte dessa tradição poderá ser visto na exposição “Imagens impressas: um percurso histórico pelas gravuras da Coleção Itaú Cultural”, que está no Museu Nacional de Belas Artes, após passar por Santos, Curitiba e Fortaleza. Ela ficará exposta do dia 26/10 até 18/2. Quanto: R$ 8. Censura: Livre.

Com curadoria de Marcos Moraes, a mostra traz obras de mestres do Renascimento ao Pós-impressionismo, que mapeiam cinco séculos da produção gráfica europeia. As 143 imagens foram selecionadas de um total de 451 gravuras do acervo do Itaú Cultural. Elas são originárias da Europa, e nunca haviam sido exibidas no país antes da mostra itinerante.


25 de outubro de 2020

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