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Urbs doa estação-tubo para pesquisas na UFPR


Uma estação-tubo da Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) foi instalada no campus Politécnico da Universidade Federal do Paraná, no Jardim das Américas, e servirá como fonte de pesquisa a estudantes. A proposta faz parte de um convênio de cooperação técnica entre a Prefeitura e universidades para o estudo de novas tecnologias e de soluções alternativas que possam ser aplicadas nas demais estações-tubo e no transporte coletivo da cidade.

As pesquisas com a estação-tubo envolverão cinco departamentos: Física, Química, Engenharia Química, Engenharia Mecânica e Design. Entre as pesquisas estão a geração e a produção de energia sustentável, como a solar, o conforto térmico, testes de qualidade do ar e até um banheiro para uso dos cobradores.

A professora Ana Tempesta, da Agência UFPR Internacional, que provocou todo o trabalho, afirma que um dos desafios das pesquisas é de apresentar propostas técnicas sem alterar o modelo do equipamento. “O desenho da estação-tubo faz parte da história da cidade e deve ser preservado”, disse. Ela também destacou que o trabalho conta com apoio de instituições internacionais parceiras da universidade.

A primeira pesquisa será o projeto de Células Solares Orgânicas, coordenado pela professora Lucimara Roman, do Departamento de Física. A ideia é testar produzir energia solar para abastecer o funcionamento da estação, como abertura das portas, elevador de acessibilidade.

Estão previstos ainda testes com nano catalisadores para qualidade do ar, com o professor Aldo Zarbin, do departamento de Química; medição de poluentes, com o professor Carlos Yamamoto da Engenharia Química; Energia Autossustentável, professor José Vargas Coelho, do departamento de Engenharia Mecânica, e a professora Viviane El Marghani, do departamento de Design, que testará a implantação de banheiros.

A estação-tubo enviada para as pesquisas é do modelo padrão, de 10 metros de comprimento. A cidade conta atualmente com 360 estações que têm na estrutura vidro, aço carbono e inox escovado, além da parte elétrica para iluminação e elevadores.

As pesquisas não têm prazo definido para acabar, mas a expectativa da arquiteta Olga Mara Prestes, da Urbs, é de que em até três anos alguns resultados possam surgir para serem implementados nas demais estações da cidade. “É a primeira vez que a Urbs coloca uma estação dentro de uma universidade para ser objeto de pesquisa”, disse Olga.

26 de novembro de 2020

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