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Polícia prende o 100º suspeito de assassinato em Curitiba


A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba alcançou a marca de 100 suspeitos de assassinatos presos somente neste ano de 2017. É mais do que o dobro de homicidas detidos no ano passado inteiro. A marca traduz o intenso trabalho de investigação da unidade na elucidação das mortes na capital paranaense – que vem apresentando sucessivas quedas no índice de homicídios.

“Temos que parabenizar as equipes de investigação da DHPP que hoje comemoram a marca da prisão do 100º homicida. A investigação de homicídios exige rapidez, eficácia e muito embasamento. Podemos reputar este aumento na qualidade e eficiência do trabalho da DHPP no compartilhamento de informações com a população, inclusive através do Disque Denúncia, assim como com a Polícia Militar e o serviço reservado que auxiliam a Polícia Civil com informações que permitem chegar até os autores dos crimes. E também ao trabalho da Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML) com informações preciosas que são compartilhadas com as equipes de investigação”, ressalta o secretário da Segurança Pública do Paraná, Wagner Mesquita.

O 100º detido é um rapaz, de 19 anos. Após três meses de investigação, policiais da DHPP chegaram até ele, que é suspeito de matar um casal de irmãos em julho deste ano no bairro Sítio Cercado, em Curitiba. Gilson da Silva Junior, 21 anos, e Evelin de Cássia Silva, 18, foram mortos por um motivo banal.

Os irmãos passavam pela Rua Francisco Claudino Ferreira, por volta das 4 horas da manhã, quando presenciaram uma briga de trânsito após uma batida entre dois veículos. Gilson tentou interferir na confusão e acabou baleado pelo suspeito. Quando tentou socorrer o irmão, se colocando entre ele e o atirador, também atingiu a irmão. Ambos morreram no local.

“Este número de 100 presos mostra o trabalho de excelência da delegacia. Temos uma equipe muito coesa, bastante envolvida com a missão policial. Uma equipe toda de delegados interessados e com muito respaldo da chefia traz esses resultados. Além do apoio essencial da Polícia Militar e Guarda Municipal de Curitiba”, avaliou a delegada Aline Manzatto,

Foi ela quem prendeu o homicida número 100, que era soldado do Exercito à época do crime. Com ele a polícia encontrou um carregador de pistola calibre 380, três munições calibre 380, e uma munição calibre 357, além de três munições calibre 9 milímetros – o mesmo tipo usado para matar os irmãos. Além disso, a polícia apreendeu com ele, uma pequena porção de maconha e cocaína distribuída em doze buchas, balança de precisão e R$ 657 em dinheiro. Assim, além do duplo homicídio ele será indiciado por tráfico de drogas e posse ilegal de munição de uso permitido e proibido.

O delegado-titular da DHPP, Fábio Amaro, cita alguns pontos relevantes para a estatística expressiva na elucidação de crimes. Entre eles está a integração da rede de Segurança Pública, com maior afinidade e contato com o Ministério Público, Judiciário – Primeira e Segunda Varas do Tribunal do Júri –, que são os autores envolvidos nas ações dos crimes contra a vida.

2 de dezembro de 2020

Site de Notícias de Curitiba / Paraná

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