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É da natureza humana existirem falhas, diz Queiroga

  • 5 de out. de 2021
  • 2 min de leitura

05/10/2021


Ministro falou sobre ter mostrado o dedo do meio nos EUA



O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, tentou justificar nesta terça-feira (5) o fato de ter mostrado o dedo do meio a manifestantes anti-Bolsonaro em Nova York, duas semanas atrás.


“Temos trabalhado muito pelo Brasil, temos conseguido resultados muito importantes, significativos no controle da pandemia. Nós somos humanos, né? É da natureza humana existirem falhas”, disse.


A declaração foi dada na volta do ministro da Saúde ao trabalho, após um período de quarentena nos EUA. Durante viagem da comitiva brasileira para a participação na Assembleia-Geral da ONU, Queiroga contraiu Covid e precisou se manter isolado até obter um resultado negativo em testes para a doença.


Ao ser questionado sobre arrependimento pelo gesto, o ministro apenas que trabalha pelo Brasil. “Nós sempre fazemos análise do que fazemos da maneira correta, do que podemos melhorar. É sempre um caminhar, sempre um avançar.”


Nesta terça, Queiroga disse ainda que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não defendeu o chamado “kit Covid” na ONU.


“O presidente, na assembleia, em nenhum momento falou em ‘kit Covid’. Ele falou em autonomia médica e na possibilidade de um tratamento para Covid-19”, disse Queiroga.


Nós sabemos que a forma de prevenção primária é através da vacinação. Num melhor cenário, acabando a pandemia, a Covid não acaba. As pessoas vão ter essa doença, o que se quer é buscar forma de tratamento que possa interromper o ciclo da doença”, afirmou.


Bolsonaro usou a tribuna da ONU para defender o chamado “tratamento precoce” contra a Covid, prática que envolve medicamentos comprovadamente ineficazes contra a doença.


Queiroga afirmou que tomou medicamentos prescritos pelo médico nos Estados Unidos. No entanto, não quis revelar quais medicamentos eram esses.

 
 
 

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